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segunda-feira, 13 de junho de 2016

TESTE RAPÍDO DO ZIKA VIRÚS



O teste diferentemente de outros que usavam a técnica “PCR”, que detecta apenas o vírus em si e demorava semanas para apresentar resultado. “Este teste permite encontrar não o vírus, mas a resposta do organismo ao vírus. O teste anterior precisava ser levado a laboratório. Este aqui é rápido e basta separar o soro do sangue e já temos o resultado em 20 minutos. O diagnóstico é sorológico”, explicou o secretário de Saúde Fábio Vilas Boas, durante o lançamento do teste. Em fevereiro, a Anvisa aprovou um teste sorológico de uma empresa canadense para diagnosticar o vírus da zika no país.

TESTE RÁPIDO DO ZIKA VÍRUS DIAGNOSTICO 2016


Segundo o secretário de Saúde da Bahia, com o teste rápido, é possível ampliar o acesso ao diagnóstico em qualquer posto de saúde do país. "O Ministério da Saúde deverá anunciar o seu protocolo para utilização de testes rápidos, de acordo com a Política Nacional de Saúde. Esse teste será oferecido ao SUS de todo país e distribuído aos postos de saúde, UPAs e laboratórios. A previsão é que, após a ordem de compra do Ministério da Saúde, estejamos entregando [o primeiro lote de testes] em 30 dias", disse Vilas Boas.
Exame rápido foi apresentado em coletiva nesta terça feira.

O dispositivo para teste rápido é composto por dois itens, que utilizam uma pequena amostra do soro do paciente. O primeiro reage ao anticorpo denominado “IgM” e faz o diagnóstico de infecções recentes, de até duas semanas. Já o segundo reage ao anticorpo “IgG, que identifica infecções há mais tempo.
Se o resultado for negativo, o dispositivo apresentará apenas um indicador vermelho e, se for positivo, aparecem dois indicadores vermelhos.
Laboratório
O teste rápido foi desenvolvido por meio de parceria entre a Bahiafarma e a empresa sul-coreana Genbody. A pesquisa durou dez meses, e o teste já tem registro da Anvisa, que liberou o uso no dia 30 de maio. O diretor da BahiaFarma, Ronaldo Dias, diz que ainda não é possível avaliar o custo de cada um dos testes e o valor de comercialização, porque dependem da quantidade de exames que a BahiaFarma vai produzir.
"O custo desse produto está relacionado a quantidade que vai ser utilizada. O uso é totalmente novo. Não se existia uma ferramenta epidemiológica para inquéritos até o momento. Estamos trabalhando para que tenha o menor custo possível, para ampliar o acesso à população nesse momento”, afirma Dias.
Segundo a Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), nos últimos 12 meses, foram notificados 105 mil casos suspeitos de zika na Bahia. Somente em 2016, até o dia 5 de maio, foram 36.725 casos registrados.
Zika teste rápido 02 (Foto: Juliana Almirante/G1)
Previsão inicial de produção é de 500 mil testes por mês

MINISTRO DA SAÚDE ACOMPANHA TESTE RÁPIDO DO ZIKA VÍRUS EM SALVADOR

Ministro da Saúde, Ricardo Barros (à direita) visitou local onde teste é desenvolvido, em Salvador (Foto: Camila Souza/GOVBA)

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou Salvador, na manhã desta segunda-feira (13), para conhecer o teste sorológico rápido de identificação do vírus da Zika, que apresenta resultado em 20 minutos. O exame é desenvolvido na Bahia pela Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico (BahiaFarma), em parceria com o Senai-Cimatec, para atender a demanda do Ministério da Saúde, com previsão inicial de produção de 500 mil testes por mês. Durante a visita, Barros falou sobre a intenção do governo federal em utilizar a iniciativa nacionalmente, no Sistema Único de Saúde (SUS).
Teste é desenvolvido pela BahiaFarma em parceria com o Senai-Cimatec (Foto: Camila Souza/GOVBA)
Teste é desenvolvido pela BahiaFarma em parceria

De acordo com o ministro, assim que forem finalizados todos os procedimentos, será efetuada compra dos volumes dos testes junto à BahiaFarma, laboratório farmacêutico público ligado ao governo do estado.

O teste já foi registrado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e ainda passará por avaliação de qualidade. “Nós vamos aguardar a negociação de preço, ver o volume que podemos comprar e vamos estabelecer a população em situação de risco que receberá a prioridade. A população de risco será atendida em primeiro lugar", destacou o ministro.
Barros informou que um dos objetivos é atender gestantes, devido aos riscos que a doença leva aos bebês.
 "Desde já, é importante que tenhámos a capacidade de atender as mulheres em idade fértil e gestantes, por causa dos riscos de má formação congênita e microcefalia relacionados ao vírus. São iniciativas como essa que demonstram a qualidade do nosso corpo científico que desenvolvem tecnologia no Brasil”, destacou.

O vice-governador da Bahia, João Leão, e o secretário estadual da Saúde (Sesab), Fábio Vilas-Boas, acompanharam a visita do ministro. Segundo Vilas-Boas, o processo de autorização do Ministério tem recebido prioridade e algumas etapas legais ainda precisam ser cumpridas para a absorção do teste e incorporação pelo SUS.
“Esse é um processo junto ao Ministério que já dura seis meses. Assim que for aprovado, temos condições de fornecer, de imediato, 100 mil testes rápidos. A nossa capacidade de produção é de até 500 mil unidades do exame, mensalmente, o que atende à demanda nacional. Ainda assim, solicitamos ao Ministério da Saúde recursos na ordem de R$ 7 milhões para investir na produção e ampliar ainda mais a nossa capacidade”, explicou o secretário estadual.

O teste foi lançado na Bahia no dia 31 de maio. É o primeiro teste rápido nacional para vírus da zika. De acordo com a fundação, esse é o primeiro teste rápido  realizado nacionalmente que obteve autorização da Anvisa para ser produzido e comercializado no país.

O exame detecta a doença em qualquer fase, porque faz o diagnóstico por meio dos anticorpos desenvolvidos pela pessoa infectada.
O teste é diferente de outros que usavam a técnica “PCR”, que detecta apenas o vírus em si e demorava semanas para apresentar resultado. “Este teste permite encontrar não o vírus, mas a resposta do organismo ao vírus. O teste anterior precisava ser levado a laboratório. Este aqui é rápido e basta separar o soro do sangue e já temos o resultado em 20 minutos. O diagnóstico é sorológico”, explicou o secretário de Saúde Fábio Vilas Boas, durante o lançamento do teste. Em fevereiro, a Anvisa aprovou um teste sorológico de uma empresa canadense para diagnosticar o vírus da zika no país.

TESTE RÁPIDO DO ZIKA SERA DISTRIBUÍDO PELO SUS

TESTE RÁPIDO DO ZIKA SERA DISTRIBUÍDO PELO SUS
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, acompanhou hoje, em Salvador, a avaliação de qualidade do teste rápido de zika. A distribuição do teste à população ainda depende da aprovação pelo Instituto Nacional de Controle e Qualidade, segundo o ministro.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou o laboratório que produz o teste rápido de zika e unidades de saúde que atendem a bebês com microcefalia  hoje em Salvador 
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, visitou o laboratório que produz o teste rápido de zika e unidades de saúde que atendem a bebês com microcefalia em Salvador Sayonara Moreno/Agência Brasil 
“Assim que tivermos essa confirmação, poderemos fazer a negociação e já estamos discutindo a quantidade e valores para que possamos consolidar esse kit para a rede de saúde. Vamos aguardar a negociação e estabelecer as populações que devem ser atendidas em primeiro lugar”, disse.

O teste, desenvolvido pela Fundação Baiana de Pesquisa Científica e Desenvolvimento Tecnológico, Fornecimento e Distribuição de Medicamentos (Bahiafarma), fornece o diagnóstico de zika em 20 minutos. Além disso, detecta se o organismo já foi ou ainda está infectado pelo vírus.

Atualmente, o teste de zika disponível na rede pública de saúde utiliza o método PCR (que detecta o material genético do vírus), mas isso só ocorre quando o paciente está infectado e o resultado pode demorar semanas.

O presidente da Bahiafarma, Ronaldo Dias, disse que em até dois meses o Ministério da Saúde deve solicitar a fabricação dos kits em larga escala para iniciar a distribuição pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Federação da Cruz Vermelha monitora ações contra zika e dengue no Brasil
“Atualmente, o laboratório tem a capacidade de fabricação de 100 mil testes, por mês, mas precisaríamos de R$ 6,8 milhões, já solicitados ao Ministério da Saúde, para que tenhamos a capacidade de fabricação de até 500 mil unidades do teste. Esse investimento será direcionado à aquisição de tecnologias vindas da Coreia do Sul”, explicou.

Segundo o secretário de Saúde da Bahia, Fábio Villas Boas, o laboratório “já está muito próximo” da oferta do novo teste à população.

“O ministério ainda deve definir os protocolos de aplicação do teste, com prioridade. Os testes chegarão aos postos de saúde depois que o MS determinar a ordem de compra. Já estamos há seis meses cumprindo as etapas necessárias.”

sábado, 11 de junho de 2016

COMO SE PREVENIR DO ZIKA VÍRUS 2016

http://combatendo-a-microcefalia.blogspot.com.br/

Como evitar e quais as medidas de prevenção e controle do zika vírus?
As medidas de prevenção e controle são semelhantes às da dengue e chikungunya. Não existem medidas de controle específicas direcionadas ao homem, uma vez que não se dispõe de nenhuma vacina ou drogas antivirais.

Prevenção domiciliar

Deve-se reduzir a densidade vetorial, por meio da eliminação da possibilidade de contato entre mosquitos e água armazenada em qualquer tipo de depósito, impedindo o acesso das fêmeas grávidas por intermédio do uso de telas/capas ou mantendo-se os reservatórios ou qualquer local que possa acumular água, totalmente cobertos. Em caso de alerta ou de elevado risco de transmissão, a proteção individual por meio do uso de repelentes deve ser implementada pelos habitantes.

Individualmente, pode-se utilizar roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia como blusas de mangas cumpridas ou casacos afim de proteger os braços nestes horarios quando os mosquitos são mais ativos podem proporcionar alguma proteção contra as picadas dos mosquitos e podem ser adotadas principalmente durante surtos, além do uso repelentes na pele exposta ou nas roupas.

Prevenção na comunidade

Na comunidade deve-se basear nos métodos realizados para o controle da dengue, utilizando-se estratégias eficazes para reduzir a densidade de mosquitos vetores. Um programa de controle da dengue em pleno funcionamento irá reduzir a probabilidade de um ser humano virêmico servir como fonte de alimentação sanguínea, e de infecção para Ae. aegypti e Ae. albopictus, levando à transmissão secundária e a um possível estabelecimento do vírus nas Américas.

Os programas de controle da dengue para o Ae. aegypti, tradicionalmente, têm sido voltados para o controle de mosquitos imaturos, muitas vezes por meio de participação da comunidade em manejo ambiental e redução de criadouros.

Procedimentos de controle de vetores

As orientações da OMS e do Ministério da Saúde do Brasil para a dengue fornecem informações sobre os principais métodos de controle de vetores e devem ser consultadas para estabelecer ou melhorar programas existentes. O programa deve ser gerenciado por profissionais experientes, como biólogos com conhecimento em controle vetorial, para garantir que ele use recomendações de pesticidas atuais e eficazes, incorpore novos e adequados métodos de controle de vetores segundo a situação epidemiológica e inclua testes de resistência dos mosquitos aos inseticidas.

VACINA PARA ZIKA VÍRUS 2016

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A Vacina de Zika Vírus está sendo pesquisada, mas infelizmente, não existe. Até mesmo contra a dengue ainda não existe, encontrando-se em fase de testes clínicos.
O processo de obtenção de uma vacina de Zika Vírus é muito longo e muito complexo, além de ter que atender a vários requisitos e exigências internacionais, todos visando a segurança do produto e de quem eventualmente vier a utilizá-lo.

São procedimentos e testes, clínicos, de dosagem, de comprovação (quando se verifica se são atingidos os objetivos a que se propõe uma vacina) e de acompanhamento (quando se verificam os efeitos adversos de uma vacina).
Vacina de Zika Vírus – como obter
Por ser um vírus, a vacina de Zika Vírus é bem difícil de se obter, pois os vírus têm como característica a mutação constante e o princípio de funcionamento de uma vacina qualquer é justamente imunizar o indivíduo pela exposição a uma forma enfraquecida do microrganismo, fazendo com que o corpo crie uma resistência àquilo e, quando o indivíduo for exposto novamente à doença o seu sistema imunológico saiba como se defender dele.

Como ele é mutante, uma vacina de Zika Vírus tem esse empecilho em seu caminho: como o sistema imunológico vai reconhecer algo que, desde a última vez que ficou exposto, foi modificado. Ao menos é isso que os casos de infecções sucessivas e coinfecção sugerem.
Vacina de Zika Vírus – viabilidade
Zika Virus Vacina ainda não Existe
Vacina de Zika Vírus
Casos em que uma pessoa é infectada pelas três doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, Zika, dengue e chikungunya, demonstram que, desde que sejam vírus diferentes, é possível ser infectado novamente, inviabilizando, ao menos temporariamente, uma vacina de Zika Vírus.

ZIKA VÍRUS TESTE RÁPIDO 2016

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O teste de Zika vírus de sorologia existentes, por exemplo, examina a reatividade do sistema imunológico da pessoa. Os testes que existem no mercado vão acusar resultado positivo para anticorpos de outros vírus de mesma natureza: os flavivírus. Como existe um grande número de infectados por dengue e febre amarela, essa exposição no passado pode reagir e acusar erroneamente uma contaminação anterior.
Países como os Estados Unidos se uniram ao Brasil no esforço de desenvolverem uma tecnologia que seja capaz de identificar o vírus de forma rápida e eficaz.

Uma equipe de cientistas norte-americanos estão trabalhando no Brasil, cooperando na busca de um teste de zika vírus que possa detectar a presença do patógeno no sangue de quem foi infectado.

 Como é feito

Atualmente o diagnóstico é feito através dos sintomas, que se manifestam após 10 dias da picada do mosquito. A fase aguda da doença dura aproximadamente 7 dias e é quando se manifestam os sintomas.

Algumas pessoas são selecionadas pelo Ministério da Saúde para fazerem parte de um grupo de controle e serem submetidas a testes e exames mais aprofundados, que consigam identificar o zika vírus, durante a fase aguda, quando os sintomas ainda se fizerem presentes.

Para essa detecção, faz-se necessário um teste de zika vírus mais específico: o RT-PCR, disponível apenas em centros de pesquisa do Ministério da Saúde, não sendo possível que a população acesse por enquanto, sendo utilizado somente em casos de mortes relacionadas ao zika vírus.

Teste do zika vírus – Urgente

Devido ao diagnóstico ser feito de forma sintomática e, portanto, não ser específico, é que se faz urgente encontrar um procedimento mais específico para teste do zika vírus entendeu.


ZIKA VÍRUS TRATAMENTO 2016

 Zika Vírus Tratamento 2016
 Na verdade o tratamento do Zika Vírus, especificamente, não existe. O que existe é um conjunto de cuidados que devem ser dispensados a quem for picado pelo mosquito e, consequentemente, tenha contraído o Zika Vírus.

A começar com o isolamento. As pessoas que estejam com suspeita de ter sido infectadas pelo Zika Vírus devem ser mantidas sob mosquiteiros durante as ocorrências de febre, que é a fase aguda desta doença. Esse cuidado é tomado para se evitar a contaminação de outros mosquitos transmissores. Mantidas dessa forma, os mosquitos não podem picá-las e, portanto, não se contaminam, evitando espalhar mais ainda a doença.

O que não pode

Por outro lado, o tratamento do Zika Vírus é feito, basicamente, com analgésicos e anti-inflamatórios. Nenhum desses medicamentos podem ser à base de ácido acetilsalicílico. Assim como nos infectados por dengue e chikungunya, medicamentos que utilizem essa substância podem causar sangramentos devido ao seu efeito anti-coagulante.
Outros anti-inflamatórios não hormonais, como, por exemplo, o ibuprofeno, diclofenaco e piroxicam também devem ser evitados no tratamento do Zika Vírus, pelo mesmo motivo.

Controlando os sintomas

Os medicamentos citados acima são utilizados no tratamento do Zika Vírus são utilizados no tratamento sintomático, ou seja, controlam-se os sintomas como, por exemplo, a febre, as dores no corpo e a conjuntivite associada ao quadro.
Os sintomas normalmente diminuem gradativamente após 4/7 dias. Se os sintomas durarem mais tempo do que isso, um médico deverá ser consultado novamente, ou seja, deve-se ter muito cuidado com o que se utiliza no tratamento do Zika Vírus. 

ZIKA VÍRUS SINTOMAS 2016



Os Sintomas do Zika vírus incluem conjuntivite e febre, além de outros e começam a ser sentidos aproximadamente 10 dias após ser picado pelo mosquito sendo um conjunto de sinais que vão determinar se você deve se preocupar ou não com o possível contágio.
É contagioso?
O Zika vírus não é contagioso e só pode ser transmitido pelo mesmo mosquito transmissor da dengue, Aedes Aegypti. Ou seja, se o mosquito picar uma pessoa contaminada com o zika vírus e em seguida picar uma pessoa sã, terá transmitido o vírus para essa pessoa.
Quais são?

Um ou outro sintoma isolado não quer dizer que você tenha contraído o Zika. Você deve ficar alerta se os sintomas estiverem em conjunto, todos, ou a grande maioria. Confira abaixo os sintomas do Zika vírus:
Febre, oscilando entre 37,8°C e 38,5°C;
Conjuntivite, é uma inflamação dos olhos, provocando cor avermelhada nos olhos, olhos lacrimejando, pálpebras inchadas e secreção amarela;
Hipersensibilidade nos olhos, e maior sensibilidade à luz do dia;
Dor nas articulações, principalmente nas articulações das mãos e pés;
Dor de cabeça, localizada principalmente na região atrás dos olhos;
Dor nos músculos do corpo todo; sintomas do zika vírus
Sintomas do Zika Vírus – Hipersensibilidade nos Olhos
Manchas avermelhadas na pele, que iniciam na face e que se podem espalhar pelo corpo, podendo ser confundidas com sarampo;
Cansaço físico e mental, sensação de esgotamento.

 Então se você estiver sentindo a maioria desses sintomas ou até mesmo todos eles reunidos, muita atenção. Procure o mais rápido possível o serviço de saúde para verificar a possibilidade desses serem os sintomas do Zika 

MAIS UM CASO DE ZIKA EM BAURU SÃO PAULO 2016

 A Secretaria de Saúde de Bauru (SãoPaulo) confirmou nesta sexta-feira (dia10) mais um caso de vírus da zika. A vítima é uma gestante, de 28 anos. Ela está com idade gestacional de 23 semanas e apresentou os sintomas no final de abril.
Ainda de acordo com as informações a gestante será acompanhada pela Secretaria Municipal de Saúde. Bauru totaliza quatro casos da doença até o momento.
A Secretaria reforça a necessidade de colaboração efetiva da população através de ações preventivas de combate ao Aedes aegypti, como segue:

ZIKA
Vírus é preocupação mundial
Aprenda como manter os mosquito longe de sua casa .
- Evitar vasos de plantas com pratos de plásticos
- Manter ralos internos e externos tampados, bem como vasos sanitários
- Manter as piscinas limpas, tampadas ou desmontadas, quando possível
- Descartar todo material inservível com potencial para criadouro de larvas do mosquito Aedes aegypti (garrafas, latas, embalagens vazias, pneus e outros)
- Manter a limpeza das calhas antes de sair de casa por vários dias
- Manter alguém responsável pela troca e limpeza dos recipientes de água dos animais, etc

ZICA VÍRUS É PREOCUPAÇÃO MUNDIAL 2016

ZIKA
Vírus é preocupação mundial
entenda o vírus
zika e microcefalia
o que já se sabe
a descoberta
mitos e verdades
países afetados
A pesquisa foi baseada na previsão de temperatura para a época e levou em consideração o fluxo de passageiros aéreos que chegam a várias cidades europeias a partir de regiões das Américas. O estudo não levou em consideração uma possível influência da Olimpíada no Rio de Janeiro.
Além disso, os cientistas utilizaram as estimativas mensais da capacidade de reprodução e infecção pelo vírus da zika por mosquitos Aedes na Europa, levando em conta as áreas onde seria possível a transmissão.
Segundo o resultado, o pico de viajantes deve coincidir com o pico do risco de transmissão do vírus na região sul da Europa - entre os meses de junho e agosto. O pico de transmissão no Brasil, em 2016, ocorreu entre fevereiro e abril.

A descoberta dos meses em que deve ocorrer a maior incidência do vírus da zika pode “ajudar a opinião pública europeia e os profissionais e funcionários de saúde pública a identificar os locais e os horários em que o risco de importação e transmissão são elevados”, diz o estudo.
“Sabemos que climas quentes criam o tipo de condições adequadas para doenças transmitidas por mosquitos se espalharem", diz Joacim Rocklöv, pesquisador da Universidade de Umeå e co-autor do artigo. As temperaturas mais altas são registradas durante esta época da região sul da Europa.
Riscos de transmissão no Rio
O professor Eduardo Massad, da Faculdade de Medicina da USP, fez uma estimativa de que cerca de 15 pessoas devem ser infectadas pelo vírus da zika na Olimpíada. O cálculo leva em conta apenas os visitantes. (veja a explicação do cálculo no vídeo abaixo)
Ele calcula que a chance de ser picado durante o evento por um mosquito Aedes aegypti é de 3,5%. Já a chance de um turista ou atleta ser infectado é "mínima".
Segundo o professor, o risco individual de dengue é de 5 casos por 10 mil indivíduos. Já no caso da zika, a probabilidade é de 3 casos para cada 100 mil. Caso venham 500 mil pessoas para o evento, como é previsto, Massad avalia que cerca de 15 pessoas sejam infectadas pelo vírus da zika e, no caso da dengue, cerca de 250.

Ainda de acordo com Massad, o mosquito Aedes Aegyptix, da dengue e do vírus da zika, tem picos de transmissão. Em agosto, no entanto, a chance de ser picado é muito menor que em meses como fevereiro.
Mesmo com tal perspectiva, mais de 150 cientistas de 28 países pediram à Organização Mundial da Saúde (OMS) que a Olimpíada do Rio seja adiada ou transferida para outro lugar.
Entre os especialistas que assinam a carta aberta estão médicos da Fiocruz e das universidades mais renomadas dos Estados Unidos, como Harvard e Colúmbia.
Eles afirmam que a exposição de atletas e turistas ao vírus da zika no Brasil pode pôr em risco a saúde global.
“A probabilidade de você receber uma picada de Aedes Aegypti no Rio de Janeiro no Carnaval...você tem ideia? 99,9%. É inescapável. Se você for no Rio no Carnaval, você vai ser picada (o) por um Aedes”, diz o professor, demonstrando que há muito mais risco de se visitar o Rio de Janeiro durante o mês que as pessoas curtem o samba.


SURTO DE ZIKA O MEDO DA POPULAÇÃO 2016


Medo do zika
O surto do vírus da zika no Brasil levou o britânico Greg Rutherford a decidir congelar esperma antes de viajar ao país para defender seu título olímpico no salto em distância nos Jogos em agosto.
A companheira de Rutherford, Susie Verrill, que não viajará para os Jogos com seu filho pequeno, disse que o casal tomou a precaução de congelar esperma por desejar ter mais filhos. "As notícias sobre o Zika não param de nos preocupar", escreveu ela na revista Standard Issue.

O ciclista norte-americano Tejay Van Garderen desistiu de participar da Rio 2016 na semana passada por causa do temor de que o surto possa representar riscos para sua esposa que esta grávida.

Já co-apresentadora da rede norte-americana NBC, Savannah Guthrie, disse que está grávida e não irá viajar para cobrir a Olimpíada por conta de preocupações com o vírus da zika, que possui ligação com casos de microcefalia em bebês.

ZIKA VÍRUS ENTENDA COMO NÃO PEGAR 2016


SEGUNDO A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS)
A doença do vírus Zika é causada por um vírus transmitido pelos mosquitos Aedes.
As pessoas com a doença do vírus Zika têm, normalmente, febre ligeira, erupção da pele (exantema) e conjuntivite. Estes sintomas duram, normalmente, 2-7 dias.
Actualmente, não existe qualquer tratamento específico nem vacina.
A melhor forma de prevenção é a protecção contra a picada do mosquito.
Sabe-se que o vírus circula em África, nas Américas, na Ásia e no Pacífico.
O vírus Zika é um vírus recente, transmitido pelo mosquito que foi inicialmente identificado no Uganda, em1947, em macacos Rhesus, através de uma rede de monitorização da febre amarela selvagem. Posteriormente, foi identificado em seres humanos, em 1952, no Uganda e na República Unida da Tanzânia. Têm-se registado surtos da doença do vírus Zika em África, nas Américas, na Ásia e no Pacífico.

Género: Flavivírus
Vector: mosquitos Aedes (que picam, normalmente, durante a manhã e ao fim da tarde)
Reservatório: desconhecido
Sinais e sintomas

O período de incubação (o tempo que decorre desde a exposição até aos sintomas) da doença do vírus Zika não está estabelecido, mas é provavelmente de alguns dias. Os sintomas são semelhantes a outras infecções por arbovírus, incluindo o dengue, e são a febre, erupções pele, conjuntivite, mialgia, artralgia, mal-estar e cefaleias. Estes sintomas são, normalmente, ligeiros e duram 2-7 dias.

Durante grandes surtos na Polinésia Francesa e no Brasil, respectivamente em 2013 e 2015, as autoridades sanitárias nacionais comunicaram potenciais complicações neurológicas e auto-imunes da doença do vírus Zika. Recentemente, no Brasil, as autoridades sanitárias locais observaram um aumento das infecções pelo vírus Zika no público em geral, assim como um aumento nos bebés nascidos com microcefalia no nordeste do Brasil. Aa agências que investigam os surtos de Zika estão a encontrar um conjunto de evidências cada vez maior sobre a ligação entre o vírus Zika e a microcefalia. No entanto, é necessário fazer mais investigação antes de compreendermos a relação entre a microcefalia em bebés e o vírus Zika. Outras potenciais causas estão igualmente a ser investigadas.

Transmissão

O vírus Zika é transmitido às pessoas através da picada de um mosquito infectado do género Aedes, principalmente o Aedes aegyptinas regiões tropicas. Trata-se do mesmo mosquito que transmite o dengue, o chikungunya e a febre amarela.

Surtos da doença do vírus Zika foram notificados, pela primeira vez, no Pacífico, em 2007 e 2013 (respectivamente em Yap e Polinésia Francesa) e, em 2015, nas Américas (Brasil e Colômbia) e em África (Cabo Verde). Por outro lado, mais de 13 países nas Américas notificaram infecções esporádicas pelo vírus Zika, o que indica uma rápida expansão geográfica do vírus.

Diagnóstico

O vírus Zika é diagnosticado através de PCR (reacção em cadeia da polimerase) e do isolamento do vírus em amostras de sangue. O diagnóstico por serologia pode ser difícil porque o vírus pode ter uma reação cruzada com outros flavivírus, como o dengue, febre do Nilo Ocidental e febre amarela.

Prevenção

Os mosquitos e os seus locais de proliferação representam um significativo factor de risco para a infecção pelo vírus Zika. A prevenção e o controlo dependem da redução dos mosquitos através da redução das fontes (eliminação e modificação dos locais de proliferação) w da redução do contacto entre os mosquitos e as pessoas.

Isso pode ser feito usando repelentes de insectos, usando vestuário /(preferencialmente de cor clara) que cubram tanto o corpo quanto possível, usando barreiras físicas, como redes, portas e janelas fechadas e dormir sob a protecção de mosquiteiros. É igualmente importante esvaziar, limpar e cobrir recipientes que possam conter água, tais como baldes, vasos ou pneus com flores, para eliminar os locais de reprodução dos mosquitos.

Deve dar-se especial atenção e ajuda às pessoas que possam não poder proteger-se devidamente, tais com as crianças, os doentes e os idosos.

Durante os surtos, as autoridades sanitárias poderão aconselhar a usar a pulverização de insecticidas. Os insecticidas recomendados pelo Esquema de Avaliação de Pesticidas da OMS podem também ser usados como larvicidas, para tratar recipientes de água relativamente grandes.
Os viajantes devem tomar as precauções básicas acima descritas, para se protegerem contra as picadas dos mosquitos.

Tratamento

A doença do vírus Zika é, normalmente, relativamente ligeira e não requer um tratamento específico. As pessoas com o vírus Zika devem repousar bastante, beber muitos líquidos e tratar as dores e a febre com medicamentos comuns. Se os sintomas piorarem, devem procurar aconselhamento e cuidados médicos.

Actualmente, não existe nenhuma vacina disponível.

Resposta da OMS

A OMS está a ajudar os países a controlarem a doença do vírus Zika, através de:

Reforço da vigilância;
Formação de capacidades dos laboratórios para detectar o vírus;
Trabalho com os países, para eliminar as populações de mosquitos;
Preparação de recomendações para cuidados clínicos e monitorização das pessoas com infecção pelo vírus Zika; e
Definição e apoio de áreas prioritárias de investigação da doença do vírus Zika e possíveis complicações.

TRANSMISSÃO DO ZIKA VÍRUS


A transmissão vertical do Zika vírus (da gestante para o bebê) ainda é uma hipótese, pois ainda não há evidências científicas suficientes que comprovem que o Zika vírus pode ser transmitido da mãe para o feto. O vírus de fato já foi localizado no líquido amniótico e no cérebro de alguns fetos, no entanto os estudos foram feitos com poucos bebês, logo não dá para afirmar categoricamente se existe esse tipo de transmissão e se ela ocorre em todos os casos.

A transmissão sexual do Zika vírus também vêm sendo apontada em alguns casos nos Estados Unidos e em outros paises. Todos eles envolvem mulheres cujos parceiros (homens) estiveram em países em que o vírus está em circulação ativa e também manifestaram sintomas da doença. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos está investigando se essas mulheres não tiveram contato com outras formas de transmissão, antes de poder afirmar que esse meio de transmissão é uma certeza. No entanto, ainda é preciso descartar completamente outras hipóteses e ainda não dá para considerar essa forma de transmissão uma tendência, já que os casos são muito poucos, principalmente quando comparados ao número de casos transmitidos pelo Aedes aegypti.

Já a transmissão pela saliva, urina ou leite materno ainda não foi confirmada. Apesar de o vírus ter sido nesses três fluídos de pessoas contaminadas com o Zika vírus, ainda não há relatos de quem tenha pego a doença por estes meios.

Há ainda a transmissão via transfusão sanguínea que tambem acontece. Até agora dois casos foram relatos em Campinas (SP), mas nenhum dos pacientes que receberão o sangue desenvolveram sintomas da doença. No entanto, ainda existe a hipótese de que essa transmissão possa ocorrer com gestantes ou até mesmo em transfusões de sangue intrauterinas. Por isso mesmo, testes mais ágeis estão sendo desenvolvidos. Um projeto da Fundação Pró-Sangue/Hemocentro de São Paulo, apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), conseguiu desenvolver um método que detecta a presença do Zika vírus no sangue usado em transfusões e será usado m um pequeno número de bolsas de sangue - 0,16% do estoque do banco de sangue - destinado a esse público-alvo.

Ministério da Saúde pretende incluir o Zika vírus no teste NAT, teste de DNA usado atualmente para detectar os vírus HIV e da hepatite B e hepatite C nas bolsas de sangue doados nos hemocentros nacionais. O desenvolvimento do novo teste NAT será feito pelo Laboratório Biomanguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, em parceria com a Fiocruz do Paraná, que já são os criadores do teste anterior.

ZIKA VÍRUS ENTENDA A SE PREVENIR 2016


Zika Vírus é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti,mosquito da dengue,mesmo transmissor da dengue e da febre chikungunya. O vírus Zika teve sua primeira aparição registrada em 1947, quando foi encontrado em macacos da Floresta Zika, em Uganda. Entretanto, somente em 1954 os primeiros seres humanos foram contaminados, na Nigéria. O vírus Zika atingiu a Oceania em 2007 e a França no ano de 2013. O Brasil notificou os primeiros casos de Zika vírus em 2015, no Rio Grande do Norte e na Bahia.

Causas
O contágio do vírus ZIKV se dá pelo mosquito que chamamos de mosquito da dengue,após picar alguém contaminado, pode transportar o ZIKV durante toda a sua vida, transmitindo a doença para uma população que não possui anticorpos contra ele.

O ciclo de transmissão ocorre do seguinte modo: a fêmea do mosquito deposita seus ovos em recipientes com água limpa. Ao saírem dos ovos, as larvas vivem na água por cerca de uma semana. Após este período, transformam-se em mosquitos adultos, prontos para picar as pessoas. O Aedes aegypti procria em velocidade prodigiosa e o mosquito adulto vive em média 45 dias. Uma vez que o indivíduo é picado, demora no geral de 3 a 12 dias para o Zika vírus causar sintomas.

A transmissão do ZIKV raramente ocorre em temperaturas abaixo de 16° C, sendo que a mais propícia gira em torno de 30° a 32° C - por isso ele se desenvolve em áreas tropicais e subtropicais. A fêmea coloca os ovos em condições adequadas (lugar quente e úmido) e em 48 horas o embrião se desenvolve. É importante lembrar que os ovos que carregam o embrião do mosquito transmissor da Zika Vírus podem suportar até um ano a seca e serem transportados por longas distâncias, grudados nas bordas dos recipientes e esperando um ambiente úmido para se desenvolverem. Essa é uma das razões para a difícil erradicação do mosquito. Para passar da fase do ovo até a fase adulta, o inseto demora dez dias, em média. Os mosquitos acasalam no primeiro ou no segundo dia após se tornarem adultos. Depois, as fêmeas passam a se alimentar de sangue, que possui as proteínas necessárias para o desenvolvimento dos ovos.